domingo, 16 de janeiro de 2011

O diário de Anne Frank

Preciso compartilhar um pouco do que venho fazendo. É como diz minha amiga Jen: “Nada melhor que um livro novo”; ou seria ano novo? Bem, o fato é que, ao contrário do que muitos esperam para um novo ano, eu não espero grandes realizações. É mais válido um pouco de conhecimento à fantasia de uma grande melhoria. E pra um começo de ano, já penei horrores até agora. (risos)

Tenho lido, desde o dia 13 deste mês, O diário de Anne Frank. Um livro interessantíssimo; diário de uma garota judia de 13 anos. Escrito entre 1942 e 1944, enquanto se mantinha escondida com a família e alguns conhecidos num prédio da empresa de seu pai, que também, agora, se escondia dos nazistas que invadiram a Holanda para mandar os judeus aos “campos de trabalho” – verdadeiros campos da morte.

O modo como Anne descreve o que vive, com tantos detalhes e numa linguagem avançada para moças de sua época apresentam o espírito forte da escritora. Na verdade, ela nem sonhava em ser escritora ou algo do tipo, queria apenas sair daquele esconderijo um dia, ter sua família, sua formação. Mas sua vida foi interrompida em 31 de março de 1945 num campo de concentração, após sua captura no esconderijo, descoberto pela SS em 1944.

Anne foi uma menina forte. Esteve 25 meses escondida com os demais de sua família e de outra família, pessoas a quem tratava como “A grande família do Anexo Secreto”.

O livro traz mais que apenas uma história. Traz uma lição de vida. Muito mais forte que qualquer conselho ou lição dada na atualidade. Aborda temas comuns, de modo a fazer-nos pensar: E nós, estamos realmente certos?

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