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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Apesar de você
Amanhã há de ser outro dia
Eu pergunto a você onde vai se esconder
Da enorme euforia?
Como vai proibir
Quando o galo insistir em cantar?
Água nova brotando
E a gente se amando sem parar
Quando chegar o momento
Esse meu sofrimento
Vou cobrar com juros. Juro!
Todo esse amor reprimido
Esse grito contido
Esse samba no escuro

(Apesar de Você - Chico Buarque)

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Sabe aquela sensação de estar esperando algo que nunca vai chegar? Aquela sensação de que está tudo frio e você está esperando em frente a uma janela de vidro, e ela vai ficando embaçada e embaçada e você vai observando a água escorrendo na janela e vem aquela tristeza... e você não sabe o que fazer, porque você se vê sempre na espera.
Nas horas em que estamos “na espera” nasce em nós uma esperança de um dia a nossa vez chegar, como se estivéssemos numa fila onde o número do atendimento estivesse parado no 5, enquanto o papel em nossa mão diz 199. Quando estamos esperando também nasce uma revolta, um sentimento de abandono e esquecimento. Algo que nos desmotiva e coloca pra baixo.
A idade é pouca, mas pode-se dizer que já esperei demais. E esperar cansa, e cansa muito! Num mundo tão imediatista, onde somos tão imediatistas quanto, esperar não é algo suportável. Na maioria dos casos, esperar nos frustra. Nos toca lá dentro. Porque esperamos por coisas que realmente não vêm, e esperamos muito até saber que elas não chegam.
Eu nem sei porque escrevi essa porcalhada toda, mas estou meio cansada de esperar como boneco de prateleira. É isso... estou cansada.

terça-feira, 26 de julho de 2011

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Chefiados ou Liderados?

Uma parte de mim se foi com o tempo. Tem horas que a gente tem mesmo que crescer e observar o que está fazendo da vida, por mais que ainda não se tenha vivido tanto assim.
Uma coisa que notei é que quando somos menores, somos ensinados a obedecer às ordens de nossos superiores que, dependendo da fase da vida, são nossos pais, depois professores... e vão mudando à medida que vamos ficando mais velhos. Acredite: obedecer às ordens que nos são dadas por superiores nos ensina muita coisa. Molda o nosso caráter e traz bênçãos à nossa vida. Mas tem hora que pira!
Existem líderes e líderes. E em vários lugares nós, enquanto subordinados, vamos encontrar lideres que aceitam idéias, que aceitam novas influências, que observam situações cotidianas levando em consideração os dois lados da moeda    (abrangendo toda a situação), e também vão encontrar líderes que se sentem absolutos, dando aquela idéia de que são subordinados a alguém em dado momento, mas que acham o máximo ser líder pra fazer e acontecer sobre a vida dos outros.
De verdade, que Deus me proteja de me tornar líder um dia (exceto do meu lar – sob autoridade do meu esposo – e dos meus filhos). Existem coisas muito chatas em ser líder, e existem as coisas boas (ou que eles tornam boas pra eles). Tirando que liderança é uma coisa um pouco cheia de nepotismo, ser líder (apesar dos muitos pesares) não é um cargo tão mal visto assim.




               O trecho abaixo foi retirado do Blog: Comunicação estratégica e liderança

Liderar pessoas não é uma tarefa fácil, o exercício da liderança requer do líder autocontrole e senso de justiça para enfrentar situações ou dificuldades que virão. O líder precisa amar as pessoas, analisar as situações com uma visão humanizada, respeitar as limitações de seus liderados e ter disposição em contribuir com o crescimento dessas pessoas.
Alguns líderes confundem seus papéis e ao invés de formarem pessoas, querem simplesmente dar ordens a elas tornando-se o chefe e não o líder.
O chefe não se empenha em ajudar os seus liderados, sua principal meta é dar ordens para que o trabalho seja realizado, geralmente fazem questão de deixar bem claro para todos quem é que manda. O líder ao contrário do chefe tem uma linha de ação muito mais ampla e tem como meta ajudar os liderados a serem pessoas melhores, vencedoras capazes de realizar suas tarefas a ponto de o líder passar despercebido aos olhos da sua equipe ou instituição.

domingo, 17 de julho de 2011

- Ser brasileiro é ver no Césio-137 uma boa possibilidade de fazer a seleção brilhar.

domingo, 10 de julho de 2011

Pra ser sincero...

Existem fases e fases na vida. Mas nem toda fase é mais perturbadora quanto o início da adolescência e/ou o fim dela. Porque por mais que você tente saber quem você é, você acaba olhando pra trás e vendo o “rastro de b.” que deixou.
Não estou dizendo aqui que a criação de muitos pais seja errada, mas essa coisa de não nos deixar vivenciar coisas ruins no momento em que devemos vivenciá-las nos torna adultos frustrados. E, não, não sou um adulto completo!
A Lei vigente no nosso país torna as crianças de 12 anos adolescentes, ainda sob responsabilidade legal dos pais (sendo estes responsáveis por seus atos e líderes em suas escolhas), e torna o adolescente de 16 anos uma espécie de “quase” responsável por seus atos (significa que ele não é retardado pra fazer escolhas erradas, mas é jovem demais para pagar por elas). Dois anos após você ser um “quase” responsável você se torna (quase que num passe de mágicas) a pessoa mais responsável do mundo. Um trabalhador em potencial para o mercado de trabalho. E é nessa fase que você pára e vê a merda que foi sua estrada até ali.
Se é que posso falar assim (e acho que posso), tem horas na vida da gente que queremos conhecer as coisas além dos muros que nos cercam. Os conceitos religiosos já foram implantados em nossas entranhas como a famosa lenda do “chip no fim dos tempos”; todos os padrões morais possíveis já foram criados para manter meninas em casa ajudando como empregadas domésticas e os meninos livres, leves e soltos nas festas com a “galera” e, nós, temos que seguir (pra sempre) com essas coisas. E quem sair é considerado afastado ou desertor.
Sabe de uma coisa? Tem horas em que dá vontade de mandar todo mundo para os confins da terra! Pra algum lugar tão, tão distante, que nem um “palavrão” conseguiria definir. Nem a “casa das primas” seria tão longe! Mas não é uma questão de má educação, é uma questão de quebrar esses padrões morais; essas correntes que nos cercam a todo instante. É esse dever de parecer ser alguma coisa, da qual você é totalmente diferente, que mata o ser humano.
“Esteja bem com Deus”. Beleza meu irmão, e se eu não estiver bem com o resto? Com as regras, com as outras coisas... significa que eu sou o problema? Assim é fácil demais! É melhor dizer que “seja feio, ande desarrumado, ande apagado, fique calado, acate normas, seja alienado...” e tudo estará bem. Mas eu tenho uma coisa a dizer: EU NÃO SOU UMA MARIONETE! Eu não vou ficar seguindo regrinha a torto e a direito por aí não. Costumo fazer minhas regras. Quer dizer que tá errado, então diga, só não espere que eu ouça!
Eu não sou estranha, não sou diferente de todo mundo e não preciso me encaixar em nada pra ser uma pessoa hiper-feliz, mas pra ser muito feliz, comigo mesmo, preciso começar a me livrar de algumas tranqueiras que a vida me trouxe (por querer me desgraçar ou porque era pra trazer).
Tô dizendo adeus... ao tudo que me faz mal!

domingo, 3 de julho de 2011

Sabe que muitas vezes penso que quanto mais sou explosiva e as pessoas se afastam de mim, mais eu fico “nem aí” pra tudo? Eu não sou alguém diferente, e não tenho problemas além do que os outros têm; sou apenas o inverso do que esperam que eu seja.
Bonitinha, burra e irritante. Mais ou menos assim como me defino. Eu não suporto a idéia de ser considerada diferente, não suporto a idéia de existirem segredos, nem a idéia de parecer um ET.
Não sei quem disse isso (e eu já ouvi várias vezes): se você conta pra outra pessoa, deixa de ser segredo!

É sempre bom que lembrem disso! ;)
Assim como falham as palavras quando querem exprimir
qualquer pensamento, assim falham os pensamentos
quando querem exprimir qualquer realidade.

Assim como - Alberto Caeiro

sábado, 2 de julho de 2011

I'm idiot!

Avril Lavigne

Outro dia vi uma crítica sobre ela num site de música que me deixou um tanto atrapalhada. “Ela finge ser uma menininha, e se você tem mais de 15 anos e ainda escuta, você já pode ser considerado um retardado”. Pois bem, atesto aqui que sou retardada. Não pelo fato de ouvir as músicas, também, mas pelo fato de não ter notado que desde os meus 10 anos de idade ela tem o mesmo estilo de música infanto-juvenil e eu não percebi.
Sinceramente, depois que a Avril casou, vieram músicas com letras menos idiotas, mas não menos sentimentais. Ela realmente parece a “eterna adolescente rebelde”, mas e daí? Pra mim não teria sentido ser alguém totalmente diferente do que fui só porque alguém quer (mesmo que, no caso dela, seja mais por marketing).
Eu acho que de todas as adolescentes, e menininhas idiotas, eu estou mesmo é na pior. Por lei, eu já sou considerada adulta, então a que nível de sanidade mental devo estar? Chorando ao ouvir música romântica como se todo amor fosse perfeito e tudo fosse se resolver com um “eu te amo” olhando nos olhos. Chorando ao ver clipes onde os caras são hiper-carinhosos e românticos e achando que a vida vai ser bela como na “rasgação de seda” que é cada um desses clipes, ou final de filme, ou novela!
Eu ainda choro em comédias românticas, eu choro em filmes, eu imagino que tudo é perfeito e tenho a inocência de alguém que ainda acredita em “felizes para sempre”.
Resumindo, eu sou uma retardada!

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Ontem eu estava assistindo um filme, nacional, baseado na história de uma moça dos anos 70. “Com licença, eu vou à luta!”.
No filme, a menina, Eliana, de 15 anos, se apaixona por um cara de 33, o Otávio. E então tem toda aquela coisa dos pais não apoiarem o relacionamento e tudo mais. Porque o cara é desquitado (como chamavam separados/divorciados antigamente), porque tinha dois filhos e tal. Mas a história é linda. Hiper-diferente do que aconteceria hoje em dia.
Eliana acaba realmente se envolvendo com ele, e engravida. Mas aí ela perde o filho depois que o pai age de forma violenta contra ela. Enfim, mas eles terminam juntos. E eu, acabo chorando. (rs rs)
Sabe, eu ainda sou do tempo que amor é pra vida inteira. Que as pessoas não ficam com as outras por ficar, não se relacionam intimamente só por levar pra cama. Sou do tempo das moças que acreditam em amor verdadeiro (embora não acredite em príncipe encantado também!) e que uma vez é pra sempre. Sei lá, do tempo que o primeiro é o último homem da vida.
Iludida. Idiota. Pode até ser que eu seja tudo isso... mas lá no fundo eu sei que não é sonho. Acontece na vida também! E vai acontecer comigo! \o/
- Até o dia do meu casamento!!!

<vaidemoraaar3

domingo, 26 de junho de 2011

Existem coisas das quais sinto muita falta. Passar o fim de tarde admirando o mar, sentir o vento na pele, andar de bicicleta, ter amigos, estar em contato com a natureza... e, de certa forma, sinto falta de mim.
Quando a gente vai amadurecendo (por mais que muitas vezes isso se defina em ter mais idade) a gente vai perdendo um pouco de si. Do que foi, do que teve e até do que não teve. Por mais que eu nunca tenha sido uma pessoa sorridente e hipócrita eu aprendi a ser um pouco quando fui crescendo (em idade). Não era que sorrir me fosse algo impossível, mas sorrir pra quem eu não gostava era impossível e por isso eu era sempre “A arrogante”. O tempo passou, a coisa mudou... e agora eu sinto falta de ser como eu era antes.
Não é exatamente a “má educação” que me faz falta. Eu sinto falta é da falta de planos, da falta de compromissos, da falta de vontade de saber como seria amanhã. Do descompromisso em sair na rua e sujar a roupa inteira, porque eu tinha amigos e a gente ia jogar bola, independente de estar todo mundo de branco ou não.
Eu sinto falta de não achar nada sério. Porque até mesmo estudar hoje se tornou algo importantíssimo. E amor então? Quando eu era menor, isso era o que unia meus pais... e depois eu descobri que não. Mas sempre pareceu algo tão importante, que quando fui crescendo... algo sólido pra mim não se definiu em casamento, e sim em amor sincero. E as pessoas condenam tanto as mães solteiras, mas o amor delas conseguiu ultrapassar a barreira do medo e do preconceito.
A intenção não é falar de amor. É falar das pequenas coisas que nos tornam quem somos. Eu não sou sorriso. Eu não sou calmaria, abraço ou falsidade. Eu sou que eu sou. Explosiva, ácida, controladora, fútil, sensível demais, tímida ou expressiva demais, chorona. Simples. Eu sou... isso. E não vou conseguir mudar o que me torna diferente. Não consigo reger personalidade.

sábado, 11 de junho de 2011

Oi,
Alguém já parou pra se perguntar quem sou eu? Tipo... quem é, de fato, Cecília, e o que ela faz da vida? Não (que surpresa), nunca ninguém parou pra imaginar isso. E nem ligo tanto. O que quero falar hoje é que, me conhecendo ou não, você é um bosta pra querer olhar pra mim e dizer quem eu sou ou quem eu deixo de ser! Tá “sacando”? Não julgue! Isso é chato, isso é ridículo e isso é infantil (olha quem fala, acabei de te julgar de “um bosta”)!
Essa semana, e na verdade pelo resto dos próximos 2 meses, uma coisa ainda vai me nausear muito. Aliás, uma coisa da qual nem posso falar direito porque se eu começar o povo que não tem o que fazer vai vir aqui e falar besteira como se eu fosse a pessoa mais herege e sem coração da face da Terra. Algo que me incomoda, embora eu diga não estar nem aí!
Você vai ao shopping todo dia, isso te torna alguém diferente? Mais especial que eu? Eu também passo no shopping todo dia, estudo do lado, e aí?! Você come sushi uma vez no mês, e o problema é seu; sua roupa é cor-de-rosa no tom da moda... e o que eu tenho a ver com isso? Você já fez descer fogo do céu? Se não, então não venha falar merda porque eu também não consegui fazer. Eu não sou alguém especial pra tanto! E nem você, olha que legal!
Eu estou falando das coisas chatas. Que acontecem dentro e fora da igreja! E eu sei que conseqüências qualquer postagem desse tipo vai ter na minha vida, porque, acredite, eu já fui muito “pega de surpresa” por falar o que eu quero. Mas, quem fala o que quer ouve o que não quer. E eu realmente estou de saco cheio das pessoas! De quase todas elas. É uma fase. Minha fase! E só vai passar quando eu perceber que vai. Entende?
Eu não agüento mais parecer “a desviada” porque não faço igual a todo mundo. Porque não estou nas rodinhas, porque não uso as mesmas coisas e não me interesso pelas mesmas programações. Porque eu simplesmente vivo a minha vida

terça-feira, 7 de junho de 2011

Só apareço, por assim dizer, quando convém aparecer (ou quando quero)

Não estive pensando na vida. Não planejei o que fazer no próximo momento (quando terminar de escrever) e nem previ o que se passaria agora. Chega de planos! De sonhos! De dúvidas!
Não me afastei do meu universo paralelo para vir aqui, uma vez que o paralelismo está em tudo que é vivido. Apenas me deixei levar pelo frio e medo. Até onde a natureza não tem distinção. Voltei ao útero, depois nasci e me vi crescer. Como um filme de alguém não tão importante, mas que estimei ao descobrir ser eu mesmo.
As coisas não parecem mais simples ou complicadas agora; para cada coisa há um grau de complexidade. Perceptível, oculto ou que tentamos a todo custo relevar. Acontece assim todos os dias. Mas por que complicar tanto?
As coisas vão acontecendo de forma tão tranqüila e tão saudável, que nem ao menos atentamos para o que há de nos fazer mal. Imediato ou em longo prazo. O que fazemos? Apenas vamos vivendo, e notando os erros no final. Mas antes que o final seja mesmo o fim de nossas vidas, para que possamos, antes, nos arrepender, e não mais fazer qualquer que seja a ação errônea.
Viver apenas. E escolher muito. Tudo aquilo que queremos fazer. Sem planos. Sem medos. Sem dúvidas.

sábado, 4 de junho de 2011

Quer saber o que é amizade ?

Em um gesto coletivo de apoio a um colega que faz tratamento contra um câncer, estudantes do ensino médio de uma escola de Governador Valadares (MG), decidiram raspar o cabelo. Arthur Gonçalves, de 17 anos, foi surpreendido na última segunda-feira ao chegar para aula no Colégio Genoma, onde cursa o terceiro ano. Ao entrar na sala, se deparou com todos os alunos do sexo masculino, bem como o professor, com os cabelos raspados.
Gonçalves estava em Belo Horizonte, onde se submeteu às primeiras sessões de quimioterapia - que levaram à perda do cabelo. Um amigo de infância, Lucas Avelino, aproveitou sua ausência e mobilizou os colegas para o gesto solidário. Tanto o corte coletivo de cabelos quanto a recepção a Gonçalves foram registrados em vídeo. Até hoje, em quatro dias, o vídeo "Quer saber o que é a amizade?", postado na internet, foi visto mais de 59 mil vezes. Veja o vídeo abaixo:
"Fiquei até sem palavras", comentou o adolescente sobre a homenagem, que ganhou destaque na cidade. Gonçalves foi diagnosticado com sarcoma de Ewing, uma forma rara de câncer nos ossos que atinge principalmente crianças e adolescentes. Segundo familiares, o câncer foi descoberto por acaso numa ida do adolescente ao cabeleireiro. No fim do ano, ele pretende prestar vestibular para Engenharia na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

domingo, 29 de maio de 2011

Nota de esclarecimento (é?)

Geralmente funciona quando venho aqui e digo que não tenho a mínima idéia do que falar, porque aí me aparecem inúmeras idéias no momento seguinte e o blog fica cheio de vida outra vez. Mas dessa vez realmente não acho que tenha muito o que fazer ou falar.
Mente vazia = oficina do diabo. Todo mundo já falou ou ouviu isso algum dia na vida (se você não falou ou ouviu eu só tenho que perguntar uma coisa: você tá vivo mesmo? O.O). Pois bem, existe na minha cabeça um grande centro de fabricação do capeta. Só pode! Porque independe do que eu queira fazer, nunca tenho idéia. Se eu quero, não sei como; se eu sei como, não consigo expressar. É muito vácuo numa cabeça só. Fora que quando eu começo a escrever só sai besteira (exceto quando pra mim é muito importante; e pra você pode não ser).
Sabe que essa coisa de não ter idéia nenhuma acaba, de certa forma, atrapalhando até na concentração da gente? Outro dia fiquei vegetando na aula por estar intrigada com o fato de não ter uma ideiazinha se quer! Ah, e ler jornais ou revistas nessas horas nem ajuda tanto. Você acaba pensando “poxa vida, eu poderia falar sobre isso, mas... ah, isso não!”. Sabe como é né? Muita coisa escrita, pouca informação importante (como isso que estou fazendo agora).
Acredite ou não, o mais interessante é que, de ontem pra hoje, a musiquinha do “ciumenta” não sai da minha cabeça. E eu fico imaginando como nós, que já não temos muitas idéias, sofremos lavagem cerebral tão rápido. Com coisas repetitivas como o refrão de uma música, ou simplesmente com alguma coisa que as pessoas nos falam que tá “super-bombando”. Nessas horas eu me sinto uma idiota, abro a boca e tudo que me vem é algo que meu cérebro repete a cada 5 minutos descompassadamente. Socooooooorro!
E isso era para ser um pequeno texto (um textículo). Ah, e por falar em textículo, fica a dica: Pelo amor de Deus, escrevam isso certo! Vai que do nada você escreve que fez um “pequeno testículo” para alguém... vai ficar uma coisa meio estranha. Como se faz um testículo? O.O’ Que eu saiba, quando os caras nascem ele já vem feito. Mas daí vai da escolaridade e atenção de cada um. Mas, lembre: Testículo é aquele órgão que fica na bolsa escrotal; Textículo é um texto pequeno! Você escreve um “textículo”. Entendeu? Textículo! (kkk – Tá, não teve graça! -.-‘)

PS¹.: Isso de Textículo e Testículo me lembrou meu colega da Polêmica dos Mamilos (alguém lembra dele?)
PS²: Escrevam direitinho crianças, a taxa de analfabetismo do Brasil também é medida pelas merdas que vocês escrevem (olha quem fala! :p)
PS³: Quem é do RN sabe, o cabaré por aqui continua! O Estado tá mesmo uma zona. Ah, e um alô pra galera que vai pro #foramicarla  e do @foramicarla dia 01! \o