Estou tendo menos tempo agora. É tenso sentir falta de escrever, e ter o que escrever, mas não ter tempo. À propósito, escrevi um texto muito lindo dia desses durante uma aula. Na verdade não é bem um texto que se possa ser lido por todo mundo. É uma prosa poética que fala de amor. Infelizmente amor se torna, para muitos, algo meloso. Então só vou escrever lá pelo finzinho do mês.
Uma notícia legal é que voltei a tocar flauta. Agora toco num outro lugar. Ótimo, do mesmo jeito que o anterior. Mais humano até. Bastante aconchegante. De pessoas divertidas e brincalhonas. E risadas que fazem de qualquer ser triste o mais radiante entre os homens.
Mas, na verdade, não penso em ficar por lá muito tempo. Só não quero me sentir inútil como fico me sentindo. Ou como sinto que me olham às vezes. Mas há um paralelo entre ter certeza e só pensar. E eu prefiro não fazer nenhum dos dois.
O ENEM passou. Já foi e voltou. E foi liberado novamente. Onde vamos parar com isso? Num infinito buraco negro da educação brasileira em desordem. Mas isso é até engraçado, visto que as instituições públicas nunca pagam por seus erros. Se o erro fosse do candidato, ele com certeza pagaria pelo erro. Perdendo seu direito de continuar concorrendo. Mas é aquilo... “pra frente Brasil, Brasil...”.
Cansada. 00:24h da madrugada. Deitada com chocolate quente na mão. E nem faz frio por aqui. É só um vício da madrugada.
Abaixo à ditadura!
Não sei por que adoro dizer isso. Abaixo à ditadura! Tem um grito preso no meu peito. Eu quero espaço. Quero voz e vez. Quero olhar com meus próprios olhos. Quero... liberdade! Para escolher o que eu quiser ser. Ser quem sempre quis ser. Nada mais que eu mesmo.
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