quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Sexualidade

Seria ótimo se todo mundo (no mundo) pudesse questionar o sexo sem ser visto como um pervertido ou maníaco sexual. Se é até matéria na escola, por que não questionar fora também?

Existe uma grande diferença entre questionar e ir atrás. Enquanto ser vivo, o homem é questionador. Não importa cor, crença, idade... é sempre um descobridor a mais. E as descobertas sobre sexualidade se iniciam mais ou menos aos 12-13 anos, durante as aulas de ciências na escola.

É geralmente na fase da puberdade que o ser humano passa a se questionar mais sobre o corpo. Até então, meninas sabiam que eram diferentes de meninos e não sabiam exatamente por que, e os meninos idem. Tipo isso.

Até mesmo a busca pelo conhecimento do psicológico no que se refere à sexualidade é muito importante nessa fase. Costuma-se dizer que, na puberdade, a homossexualidade ou a “prática inocente do homossexualismo” ocorre com mais freqüência. – Pra mim não existe prática inocente do homossexualismo, deixo claro que, ao meu ver, isso é pura falta de vergonha na cara mesmo! Mas não vem ao caso. – O que ninguém busca procurar em pesquisas é o quanto as crianças e adolescentes são afetados pelo turbilhão de hormônios que começam a mover todas as partes do corpo como se a pessoa fosse um marionete dos seus próprios impulsos.

Basicamente, o que falta aos nossos jovens (e digo porque sou jovem) é uma busca maior pelo conhecimento. Não o autoconhecimento – sou totalmente moralista quanto ao caso da masturbação, acho errado! – mas no conhecimento teórico da coisa. É melhor o pai dizer pro filho o por quê das coisas que ver o filho chegando com o porque no colo, concorda?

Por isso, pais, falem mais com seus filhos. E, filhos, não saiam procurando coisas que não sabem por que e pra quê, sem antes perguntar aos seus pais. Eles sempre direcionam de modo correto.


- e viva a liberdade de expressão!

Um comentário:

O velho Jean XD disse...

Concordo que os pais deveriam ter maior comunicação sobre sexualidade com as crianças, isso realmente é necessário. Por outro lado você se mantêm conservadora sobre o assunto e é justamente esse consevadorismo que impede as pessoas dediscutirem mais sobre isso. Como explicar à um filho que ele tem um pênis, mas que não pode tocar nele, nem praticar nenhum ato como a masturbação? Além de tudo a ereção é um processo natural que se intensifica na puberdade e acima de tudo a polução noturna libera o excesso de esperma de noite e qual o filho vai dizer à um pai que isso aconteceu?
Na minha opinião o ideal é que todos nós fossemos nos conhecendo naturalmente, experimentalmente e principalmente teóricamente. Dessa forma o sexo se tornaria não um crime aos "bons" costumes da sociedade e sim um processo natural do ANIMAL que somos.