Por todos os lados vê-se a política sendo empregada. Ano de eleição; ano de pessoas mais hipócritas; ano de falso moralismo, promessas, e, principalmente, compra de votos.
Infelizmente, muitas pessoas caem nesse comércio eleitoral. Quando não, o conhecem muito bem! O político manda seu subordinado fazer alianças com o “povão” e alguém se torna representante dele diante de uma comunidade. Começam reuniões em residências diversas, distribuição de santinhos de campanha e favores. Pronto! O voto está vendido!
Há, também, a venda de votos por favores coletivos. As pessoas conseguem um favor de político “X” e em troca lhe dão votos e uma mini-campanha eleitoral de bairro. E esse tipo de coisa ocorre em democracia!
Democracia, em definição, é governo do povo. Claro que, isso, todos sabem! E é democrático escolher vender ou não seu voto. Mas quem negocia sua escolha esquece o que a trouxe por direito.
Desde a colonização, a busca pela liberdade de escolha tornou-se luta. Essa luta passou por vários períodos históricos até chegar ao voto secreto existente nos dias atuais.
Foram anos de lutas, duras repressões e mortes. Anos de histórias interrompidas; de famílias em pranto.
Quanto vale seu voto? R$ 20, R$ 30? Promessas?
Querendo ou não, vale vidas! Vale histórias, terminadas antes mesmo de um prévio parágrafo de apresentação. Vale mais de 140 desaparecidos políticos. Aqueles mesmo, que todos os anos você ouve falar quando chega perto da data “comemorativa” referente ao fim da Ditadura Militar.
Estudantes, mulheres, artistas, homens, famílias. Todos ainda não encontrados. Lutadores.
E mesmo assim, ainda há descaso com o direito de voto.
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