Eu não sei onde nem quando comecei a ficar assim. Sensível demais ao que acontece ao redor. Não sei quando comecei a perceber que o amor entre as pessoas podia realmente existir, e que homens e mulheres podem ser amigos sem segundas intenções.
Não sei em que castelo deixei cair o sapatinho para que o príncipe fosse me procurar. Não sei porque deixei de acreditar nos contos, nas fabulas. Não sei quando comecei a escrever poesias; narrativas poéticas; prosas. Não sei quando me descobri como pessoa, e como pessoa pude ver os novos horizontes que a vida me oferecia.
Não sei como resolvi que o dia mais considerável da minha vida não seria meu aniversário, e, sim, o aniversário das pessoas que amo. Não sei como escolhi meus amigos, meus colegas, meus caminhos. Não sei como escolhi entrar ou sair de algum lugar. E não sei como escolhi ser feliz.
Mas tudo valeu à pena!
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