PhD em sair na contramão
Seguindo o vendo sem ouvir o coração
Deixava o medo e todo o mal pra trás
Levou consigo um stress e os vendavais
Onde está menina ɐɔnʃɐɯ?
Onde está, com seu jeitinho bem-me-quer?
Aqueles olhos tão serenos e sem culpa
Aquele jeito tão confuso de mulher
“Ela andava sem rumo
E seu rumo era apenas encontrar rumo
No meio de ramos de flores e presentes patéticos
No meio de gente sem história e pessoas sem nexo”
Os passos deixados no chão levavam a um clarão na floresta
Roupas no chão, um rio à frente
E uma deusa que saía da água
Irradiando luz e paz do que antes era guerra
Não sabia o quanto o tempo passara enquanto a observara
Não sabia de onde teria vindo algo tão divino,
Nem mesmo imaginava que também tinha coração
E sangrava
O tempo dissipou o silêncio da descoberta
Dissipou o medo do abandono
Dissipou o medo
A mulher fora encontrada
A deusa na água nada mais era que um reflexo
De sua atual condição;
De mulher.
Assustara-se alí, sentindo-se frágil
Voltou a seguir seu rumo;
Dessa vez com a clareza no pensamento
Não era mais uma menina inocente e cheia de pureza
Não era mais a gracinha da casa ou a imaculada do lugar onde vivia
Tornara-se firme!
Mulher, dentre as mulheres a mais forte;
A mais decidida; a mais sensitiva
Some a fragilidade, entra a personalidade firme
Caminhou a vida inteira sendo vista como garota rebelde
Menina mimada, sem jeito
Quem diria agora que, decidida, iria até o mais longe que pudesse
Até encontrar o que almejava?
Quem diria que esqueceria as dores e os amores passados
Pra encontrar outros amores?
Até hoje não se sabe onde anda a mulher
Mas ela está bem próximo de onde você possa encontrar...
Firmeza!
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